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Diagramação: Marco Scalzo
Diretora de Imprensa: Vera Luiza Xavier
Além do protesto, diretores do Sindicato conversaram com bancárias e bancários nas agências do Bradesco e Itaú, em Ramos
O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro realizou na quinta-feira passada, dia 9 de abril, protestos contra o fechamento de agências e demissões no Itaú e no Bradesco. A atividade ocorreu na rua Euclides Faria, no bairro de Ramos, na Zona da Leopoldina. Os dirigentes sindicais voltaram a denunciar os ataques dos bancos privados contra o emprego da categoria e a sobrecarga de trabalho para quem continua trabalhando nas unidades que permanecem funcionando, além do desrespeito com clientes e usuários. “Não há razão para o acirramento desta política agressiva que o Itaú vem impondo, tendo fechado ano passado no país 250 agências, e só entre janeiro e março, deste ano, ou seja, em três meses, já ter extinto outras 108. Vários bairros já se encontram sem agências, o que deixa sem assistência segmentos importantes da população obrigada a se deslocar até outras localidades, o que é uma medida absurda pois visa economizar às custas das pessoas para engordar seus lucros recordes e bilionários”, denunciou a diretora do Sindicato, Maria Izabel Menezes, uma das coordenadoras da Comissão de Organização dos Empregados (COE).
Protesto no Bradesco
Os protestos ocorreram também no Bradesco do bairro, onde houve retardamento na abertura da agência que será incorporada à unidade de Bonsucesso. "É uma covardia o que o banco faz com clientes e usuários, especialmente os idosos”, criticou o diretor do Sindicato Leuver Ludolff, representante da COE (Comissão de Organização dos Empregados). O Bradesco precariza o atendimento, deixando moradores e comerciantes sem opção.
“Os bancários da agência de Bonsucesso, que passarão a atender a demanda de Ramos, ficarão ainda mais sobrecarregados. As filas vão aumentar, contribuindo para um adoecimento ainda maior da categoria", explicou o diretor do Sindicato Marcelo Rodrigues.
Mesmo com lucros absurdos e crescentes, os bancos privados desrespeitam a população e não valorizam a categoria.
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