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Diagramação: Marco Scalzo
Diretora de Imprensa: Vera Luiza Xavier
Olyntho Contene
Imprensa SeebRio
Sem porta giratória e vigilantes, a Unidade de Negócios do Bradesco em Campo Grande se tornou alvo fácil dos bandidos. Nesta segunda-feira (23/3), um homem armado entrou no banco e roubou a bolsa com dinheiro de um cliente que se encontrava no autoatendimento. O assalto causou um enorme pânico entre os clientes e bancários.
A diretora da Secretaria de Saúde do Sindicato, Jô Araújo, esteve no local. “A agência é uma UN (Unidade de Negócios) e nela não há numerário, mas há valores no autoatendimento. Importante ressaltar que tanto os funcionários quanto os clientes encontram-se em situação de vulnerabilidade, uma vez que não há um sistema de proteção no local”, denunciou.
Chamou a atenção para o fato do Bradesco ter que registrar a CAT (Comunicado de Acidente de Trabalho) para os funcionários que presenciaram o ocorrido, pois o assalto pode gerar um trauma futuro, mesmo que não venham a se afastar de suas funções. “E o funcionário que sentir necessidade de se afastar por causa do transtorno, deve ter o seu direito respeitado. É preciso que o Bradesco retorne com a vigilância em suas UNs e que faça o registro de CAT Assalto para o pessoal lotado na agência”, ressaltou.
Leuver Ludolff diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Organização dos Empregados (COE) disse que estas UN não tem a mínima segurança e que já foi reivindicado por várias vezes do Bradesco a colocação de vigilantes, como acontece nos outros bancos. “Mas o banco só quer economizar com a vida de bancários e clientes para lucrar ainda mais. Vamos continuar pressionando”, disse Leuver. Acrescentou ser preciso o Bradesco emitir a CAT. “É sua obrigação legal”, afirmou.