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VITÓRIA NO BANCO DO BRASIL

Maioria absoluta dos funcionários diz não à alteração estatutária da Cassi

NOTÍCIAS

08, outubro 2018 22:21

O PODER DA MOBILIZAÇÃO - Rita Mota (segunda, á direita) e demais dirigentes sindicais comemora a vitória, após uma forte campanha do Sindicato e dos funcionários do BB, pelo voto “não” à mudança estatutária da Cassi que a direção da empresa queria impor

Os funcionários do Banco do Brasil tiveram uma vitória consagradora contra a proposta da direção do banco, de alterar o estatuto da Cassi, o que traria vários prejuízos para os associados do plano de saúde da empresa. A apuração ocorreu na sexta-feira (5). De acordo com a Cassi, 132.504 associados votaram. Entre os votantes, 91.796 disseram NÃO à proposta de reforma do Estatuto, ou seja, mais de 70,1% dos votos válidos. Apenas 38.970 votaram favoravelmente à alteração. Foram registrados também 805 votos brancos e 933 nulos. Os bancários seguiram a orientação do Sindicato, da maior parte das associações de funcionários da ativa e aposentados e da Contraf-CUT, na defesa dos interesses dos trabalhadores. 
“O resultado é uma vitória dos funcionários que deram um recado claro para a diretoria do banco de que não aceitamos decisões que prejudicam os associados. Não estamos fechados ao diálogo, mas o processo tem de ser negociado com os trabalhadores, com transparência e não abrimos mão do modelo de governança da Cassi que garante a paridade e a participação do funcionalismo na gerência e nas decisões de nossa caixa de assistência, garantindo os direitos dos bancários”, disse a diretora do Sindicato e representante do Rio na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Rita Mota. 
Pressão do banco
A mudança estatutária proposta pelo banco feria a representação e os direitos dos associados. Para isso, o BB usou de métodos, como: assédio, mensagens nos terminais de autoatendimento e nos celulares dos funcionários, 
A Cassi tem um plano B, que é a negociação e a participação do corpo social. Para os sindicalistas, uma mudança estatutária dessa envergadura não pode ser feita sem a participação da Contraf-CUT, dos sindicatos e das demais entidades. “O funcionalismo precisa ser respeitado”, acrescenta Rita. 

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